domingo, 5 de outubro de 2014

Construção do Muro de Berlim - folha online

Sobre a Segunda Guerra Mundial

Queridos alunos, a Veja online reuniu várias reportagens, imagens, pontos de vista, dicas de filmes sobre a Segunda Guerra Mundial... Achei bem interessante, dinâmico e didático... Vale a pena conferir...  Clique aqui



segunda-feira, 26 de maio de 2014

Entendendo a Crise de 29

Hitler - Discurso Jgend - Legendado Portugues

Auschwitz - O Campo da Morte



Características do Nazi-fascismo

O nazismo e o fascismo foram regimes políticos que surgiram durante o chamado período entre-guerras (1919-1939). O clima na Europa era de tensão devido aos problemas políticos, sociais e econômicos que surgiram após a Primeira Guerra Mundial. Os problemas aumentaram ainda mais com a Crise de 1929, nos Estados Unidos.
Assim, prometendo a solução para a crise em seus países, Mussolini e Hitler assumiram, respectivamente, o poder na Itália e Alemanha. Posteriormente, Francisco Franco assumiria o governo da Espanha. Esta lista é sobre as características do nazi-fascismo, baseado em ideologias que tiveram grande impacto (alguns terríveis) na Europa e no mundo.
Algumas imagens abaixo fazem parte da propaganda nazista nas décadas de 1930 e 1940. Ainda que fossem comuns para a maior parte do povo alemão na época, algumas inspiram terror.

1- Totalitarismo

Várias bandeiras do nazismo enfileiradas


Totalitarismo significa a presença de um estado forte, cujo poder central tem autoridade absoluta. Esta ideologia defende que o indivíduo deve viver em função do estado. O totalitarismo está baseado no seguinte princípio: “tudo dentro do estado, nada fora do estado e ninguém contra o estado”. Para controlar um grupo de camponeses da cidade de Guernica – imortalizada na pintura de mesmo nome criada por Picasso – Francisco Franco teve a ajuda da aviação militar alemã (Luftwafe).

 

2- Militarismo

Pai e filho juntos na guerra

Tradução: Pela vida e liberdade

Militarismo é uma ideologia que acredita na guerra como fator de grandeza e prosperidade. Assim, a sociedade só consegue se desenvolver quando governada ou guiada por conceitos incorporados na cultura, na doutrina ou no sistema militares. Segundo este princípio, Hitler teria dito: “Na guerra eterna a humanidade se torna grande – na paz eterna, a humanidade se arruinaria”.

 

3- Ultranacionalismo


Ultranacionalismo exalta tudo que é próprio da nação, de uma forma exagerada. Toda a política interna está ligada ao desenvolvimento do poder nacional. Esta ideologia vem carregada de autoritarismo, esforços para a redução ou proibição da imigração, expulsão e opressão de populações não-nativas dentro da nação ou de seu território e emocionalismo

 

4- Unipartidarismo

Mussolini saudando a população
Unipartidarismo significa a existência de um só partido. Para fazer valer este princípio, Hiter e Mussolini dominaram o poder executivo e judiciário, enfraqueceram o poder legislativo, perseguiram políticos opositores e implantaram regimes ditatoriais em seus países.

 

5- Controle da propaganda

Mãe guiando seus filhos
Tradução: Mães, lutem por seus filhos!
controle da propaganda era uma característica forte em regimes totalitários, destinado a convencer as pessoas e manter o controle do Estado sobre a população. Junte-se a isto a forte repressão política contra a liberdade de expressão, imprensa ou qualquer manifestação contrária ao regime. Através dele, buscava-se manipular a opinião pública e fazer o povo trabalhar e viver pelo regime.

 

6- Culto ao líder

O totalitarismo passou por um forte trabalho de culto ao líder, visando construir a imagem de um governo forte e onipotente. A construção desta imagem ia desde a representação em obras de arte, como o retrato a ser saudado nas escolas. Mussolini recebeu o título de Duce e, Hitler, o título de Fuhrer. Ambas palavras significam algo como “Grande Chefe”. Na Alemanha, a leitura do livro Mein Kampf (Minha Luta), escrito por Hitler, era estimulada entre a população.


7- Anticomunismo

Nazista perseguindo comunistas
As vezes é difícil compreender uma posição político-ideológica nos regimes nazi-fascistas, em especial no nazismo.  O regime alemão não depositava todas as suas fichas no capitalismo, mas também odiava o comunismo, apesar do “nacional-socialismo”.  Assim, o anticomunismo se caracterizou pelo desprezo às ideologias de esquerda, governos de origem socialista, movimentos operários, greves e sindicatos.

 

8- Racismo

Dois jovens alemães sem camisa
O racismo esteve presente mais visivelmente no nazismo alemão. Neste caso, o ódio era disseminado a todos aqueles que não pertenciam à raça ariana, denominação dada às características físicas e biológicas do chamado povo alemão. Este fato estimulou a eugenia, ou seja, a tentativa de criar uma raça pura. No caso alemão, isto significava eliminar os impuros, em especial os judeus.


9-  Expansionismo

Desenho do avanço da blitzkrieg alemã
A ideologia nazista pregava a existência de um espaço vital para os alemães, chamado de lebensraum, ou seja, um grande território para que a raça ariana pudesse se desenvolver. Vale ressaltar que Hitler tinha a intenção de conquistar praticamente o mundo todo, assimilando as regiões que tivessem forte concentração alemã, como as colônias germânicas no sul do Brasil. O expansionismo levou Hitler a invadir a Polônia, fato que fez estourar a Segunda Guerra Mundial.
Pessoal estou postando o material que trabalhamos em sala, como havia combinado... Esse desenho da Walt  Disney é muito bom para que possamos entender um pouco sobre a ideologia nazista e a lavagem cerebral que era feita no povo, principalmente na juventude hitlerista...




segunda-feira, 3 de março de 2014

Primeira Guerra Mundial: o uso de gás como arma química em batalhas


      Com o advento da poderosa indústria química no século 19, foi inevitável que na Primeira Guerra Mundial, de 1914 a 1918, se usasse o gás venenoso como uma arma de combate. Os soldados fizeram largo uso do gás de cloro e de mostarda, conhecendo mais um abominável instrumento de morte. 

       O pavor dos atingidos pela nuvem mortífera foi total. Desde então, nada provocou no homem contemporâneo tamanha fobia do que vir a morrer inalando gás venenoso. Tanto assim que, depois da Grande Guerra, assinou-se um acordo em Genebra, em 1925, no qual a maioria dos países assumiu o compromisso de não usá-lo. 

O gás no front de batalha 

      Registra-se o dia 3 de janeiro de 1915 como a data fatídica em que pela primeira vez os alemães abriram cilindros de gás venenoso sobre as trincheiras inimigas, operação sem êxito pelas baixas temperaturas do inverno europeu. Mas logo que o tempo melhorou, com a primavera, em 25 de abril de 1916, a situação foi outra. Nos dias seguintes, na região de Langemarck, perto de Ypres, uma densa névoa verde-cinza, típica do gás de cloro, começou a soprar em direção às linhas de um regimento franco-argelino que sustentava a posição nas trincheiras em frente.

     Quando os soldados viram aquele vapor tóxico vindo na direção deles, envolvendo tudo, adentrando por todos os lados, provocando-lhes uma violenta náusea, foi um salve-se quem puder. Eras o sopro do dragão. O pânico fez com que eles, deixando as armas e mochailas, corressem como loucos para as linhas da retarguarda em busca da salvação. Tiveram que improvisar algumas máscaras na hora, mas sem grandes resultados.  

      Nas trincheiras e nos campos, jogados ao léu, encolhidos, espumando, ficaram os que não conseguiram escapar. Psicologicamente foi um sucesso. O inimigo desertara em massa. A nptícia logo se espalhou de boca em boca pelos corredores das trincheiras e dos valos onde milhares de homens se encontravam - um diabo em forma de nuvem fétida estava solto pelos campos de batalha.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Movimento feminista impulsionou a moda durante a Primeira Guerra

 image
O movimento feminista durante a Primeira Guerra, no início do século 20, foi decisivo na mudança da moda da época. A entrada das mulheres no mercado de trabalho, com a ida dos homens para os campos de batalha, foi determinante na mudança do figurino feminino que de frágil passou a ser considerado mais "independente".
“As mulheres adotaram cabelos curtos, saias longas e roupas que não valorizavam o corpo. O objetivo era mostrar um visual sério, que fosse na contramão da imagem de sensível e frágil muito presente no século passado", afirmou Miti Shitara, professora de história da moda das Faculdades Santa Marcelina e FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas).
De acordo com Shitara, a personagem clássica do filme "E o Vento Levou", Scarlet O'Hara (Vivien Leigh), retratava bem o figurino da época, com a utilização de saias longas. "Apesar de ser um filme dos anos 30, as mulheres no início do século já usavam o mesmo modelo. Não era comum usar calça e o mercado de trabalho exigia uma simplificação do visual", disse.

"As mulheres passaram a usar maquiagem e o cinema se encarregou de trazer novos costumes, como o de passar batom em público e fumar. As mulheres negavam o próprio corpo e não queriam mostrar o seio, nem o quadril", afirma a professora que ressalta a importância na Argentina na moda pós-guerra com a utilização de peles de animais nas roupas e na divulgação do tango.

GISELLI SOUZA
colaboração para a Folha Online

A vida nas trincheiras

Como foi a luta de trincheiras na Primeira
Antes que a Primeira Guerra Mundial acontecesse, as várias nações envolvidas neste conflito se preparavam com uma opulenta tecnologia militar. Dessa forma, quando a “Grande Guerra” eclodiu, em 1914, o tempo de movimentação das tropas durou muito pouco tempo. Estava claro que ambos os lados eram belicamente poderosos e que o menor avanço territorial só aconteceria ao custo de milhares de vidas.
Dessa forma, os soldados de ambos os lados passaram a cavar trincheiras de onde tentavam, ao mesmo tempo, se proteger e atacar. Geralmente, uma trincheira era aberta pela tropa e contava com cerca de 2,30 metros de profundidade, por dois metros de largura. No ponto mais alto, eram colocados sacos de areia e arames farpados que protegeriam os soldados das balas e dos estilhaços das bombas. Além disso, um degrau interno chamado “fire step” permitia a observação dos inimigos.
Para que as tropas inimigas não conseguissem conquistar uma trincheira em um único ataque, os soldados tinham o cuidado de não construí-las em linha reta. Trincheiras auxiliares e perpendiculares também eram construídas para que o tempo de reação a um ataque fosse ampliado. Apesar da proteção, uma bomba certeira ou uma rajada de tiros oportuna poderia deixar vários soldados feridos. As mortes repentinas e os ataques inesperados eram constantes.
Além do poder das armas, a própria trincheira era outra inimiga para os soldados que se amotinavam naquele espaço insalubre. Os mortos que se acumulavam nas trincheiras eram um grande chamariz para os ratos que se alimentavam da carne pútrida dos corpos. Entre as doenças usualmente contraídas nas trincheiras se destacavam a “febre de trincheira”, reconhecida por fortes dores no corpo e febre alta; e o “pé de trincheira”, uma espécie de micose que poderia resultar em gangrena e amputação.
Entre duas trincheiras inimigas ficava a chamada “terra de ninguém”, onde arame farpado e corpos em decomposição eram bastante recorrentes. A presença naquele território era bastante arriscada e só acontecia pelo uso de frentes muito bem armadas. Geralmente, um soldado assumia várias funções no campo de batalha, tendo suas forças utilizadas para o combate, a manutenção das tropas, o apoio reserva e nos terríveis dias que passavam na própria trincheira.
Mais que uma simples estratégia militar, as trincheiras representavam intensamente os horrores vividos ao longo da Primeira Guerra Mundial. Submetidos a condições de vidas extremas, milhares de soldados morreram em prol de um conflito em que a competição imperialista era sua razão maior. Pela primeira vez, a capacidade dos homens matarem atingiu patamares que abalavam aquela imagem de razão e prosperidade que justificava o capitalismo monopolista.

Por Rainer Sousa , graduado em História - Equipe Brasil Escola


quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Nelson Mandela: uma vida dedicada a liberdade

Pessoal, vale a pena conhecer um pouquinho mais sobre Nelson Mandela. Basta clicar no link abaixo para poder ver uma linha do tempo contando sua trajetória política,  sobre suas três mulheres e algumas curiosidades... clique aqui

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

"Os leões sempre serão derrotados,
porque não existe entre eles
um historiador para contar seus grandes feitos...
"

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Como estudar história

1- Situe o fato no tempo e espaço: Saber quando e onde ocorreu determinado fato histórico é condição elementar para saber história

2-Analise o contexto histórico: contexto histórico é o conjunto de acontecimentos que cerca o fato em questão. É o ponto mais importante do roteiro, pois mostra que não existem fatos isolados. A noção do contexto histórico rompe com a decoreba de conteúdos.

3- Conheça os antecedentes: antecedentes são as causas de determinado fato histórico, e estão interligados ao contexto histórico. As causas permitem entender os motivos que levaram ao fato.

4- Compreenda o fato: isto é, entenda o evento propriamente dito, através de suas características e seu significado histórico.

5- Perceba os seus desdobramentos: desdobramentos são as consequências do fato estudado. Conhecer as consequências permite estabeleceremos um gancho para analisar o próximo fato histórico.